Friday, July 14, 2006

palavras mais sábias...



Quem de Nós Dois
Ana Carolina

Eu e você
Não é assim tão complicado, não é difícil perceber
Quem de nós dois vai dizer que é impossível
O amor acontecer
Se eu disser que já nem sinto nada
Que a estrada sem você é mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara...
Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
- O que eu já nem preciso!

Sinto dizer
Que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar
Entre nós dois não cabe mais nenhum segredo
- Além do que já combinamos.
No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso, meio na contra-mão
E quando finjo que esqueço,
Eu não esqueci nada

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro.
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida

Eu procurei
Qualquer desculpa pra não te encarar
Para não dizer de novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar...
Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa
Se eu tento esconder meias verdades,
Você conhece o meu sorriso, lê no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
- O que eu já nem preciso!

Sunday, July 02, 2006

quem somos nós? a tosse.

Sinopse: Todo ser humano, num determinado momento da vida, vai se fazer as perguntas: De onde viemos? Para onde vamos? O que estamos fazendo aqui? Qual nosso papel neste mundo? Partindo dos estudos da física quântica, o filme "Quem Somos Nós?" mistura ficção e documentário para nos mostrar que a realidade, da forma como a percebemos, é ilusória, que nós é que a criamos e que, sim, nós podemos mudá-la. Depoimentos de físicos, filósofos e místicos afirmam que a matéria não é sólida como pensamos, ela é etérea, é mutável, e que nossos pensamentos podem alterá-la. E que, sim, nós podemos ter controle sobre nosso corpo, as doenças e as emoções, pois podemos escolher a realidade em que queremos viver e, assim, alterar nossas vidas. Dirigido por William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente, "Quem Somos Nós?" já faturou 8 milhões de dólares em bilheteria nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá, ancorado especialmente no boca a boca. Afinal, como você reage diante dessas perguntas iniciais?

Que filme bom! Recomendo a todos, é uma verdadeira lição de como nós influenciamos nossa realidade, muitas vezes sem saber. Há um mundo de possibilidades lá fora...e você, o que está esperando aqui dentro?


Bom, preciso ir dormir, minha garganta está horrível. Inflamada, não paro de tossir, não consigo nem engolir direito! Espero acordar melhor amanhã!

Thursday, June 29, 2006

lullaby

Estou com um sono desgraçado. Faz uma semana que não sei o que é "oito horas de sono diárias". Minha olheiras são maiores que o canyons norte-americanos. Desde quinta passada sou embalada por Mike Featherstone, minha nova babá e sua lullaby chamada "Cultura de Consumo e Pós-Modernismo".

Mas isso acabará hoje. Oh, yeah. Fim. C'est fini. Chega dessa palhaçada.

Decidi partir para a ignorância: leitura dinâmica. Sintetização compulsiva. Dicionário de sinônimos na veia.

E eras isso. Essa novela já está muito chata. E eu preciso de uma noite de SILÊNCIO, e bom sonhos. Chega de lullaby.

Tuesday, June 27, 2006

Estou escrevendo...

Sim. Eu continuei essa historinha boba. But that's because i need to amuse myself while living this boring life. Yeah. What a waste of time.

Então...não, niguém vai ler. Até porque ninguém está interessado. Mas isso é explicável. Piada que já passou. Aplausos, créditos, The End. Mas como eu disse, eu preciso me entreter. Senão morrerei, se depender apenas dessa Sociologia que a gente aprende na faculdade. Se eu soubesse que a comunicação se resumia a chorar sobre o leite derramado, não tinha tido o trabalho de escolher essa profissão. Bom, pelo menos eu não pago para sofrer...seria demais, né?

Estou tomando um chá. E pensando nas próximas aventuras no meu pequeno e patético mundinho. E me degenerando. E não lendo o que eu deveria ler. Nem fazendo o que eu deveria fazer. E Xena, a Princesa Guerreira, começará em 15 minutos. C'est la vie.

É um dia normal.

Sunday, June 11, 2006

O Tomo da Perfeição - Prólogo

A pedido de meus fãs, estou re-postando o início das aventuras no mundo do mago Ehrry-Pê. Já aviso que em breve, muito breve, isso se tornará uma série de sucesso internacional, que deixará o Senhor dos Anéis e Harry Potter na rabeira. O Tomo da Perfeição é apenas o primeiro livro dessa fantástica série (já tirem o número e fiquem na fila da livraria mais próxima, por favor)...só por favor, não me assediem em busca de autógrafos, se quiserem alguma informação meu secretário Otavio Cesar estará mais que disposto a ajudá-los pelo telefone: 3333-MARI.

M.L.Ferrer

~*~

O Tomo da Perfeição
Prólogo

Marin A. sentou-se sobre um pedra para descansar. Já fazia horas que estava procurando alguma pista sobre sua próxima missão, uma que envolvia o temido mago Ehrry-pê. Não que ela quisesse ter qualquer coisa a ver com isso, mas não tinha escolha; fora ameaçada...uma ameaça particularmente assustadora, na qual ela se concentrava toda a vez que cogitava abandonar a missão.

Leyla-Tho, uma emissária de Ehrry-pê, havia lhe dado duas semanas para cumprir a tal tarefa, que consistia em colhecionar todos os pergaminhos que o mago perdera quando lhe roubaram o seu Tomo da Perfeição. Estes pergaminhos continham informações improtantíssimas sobre a conduta de Ehrry-pê e de todos os que pertenciam à sua ordem, a Ordem de Ehrry-pê (não, ele não era um mago narcisista...nem um pouco!). Obviamente que durante a primeira semana, Marin A. ficou gastando o dinheiro do adiantamento que recebera para beber Cevus e jogar Tru-kyo. Tru-kyo era um vício, constantemente reanimado pelos donos da taverna, uns gêmeos estranhos chamados Maxus e Manus, e por outros companheiros como a a clériga neófita Alin Ved-Ana, o pistoleiro-pirotécnico Ismus...até mesmo a filha do prefeito, Natys Leau costumava a freqüentar o local. Além daquela aprendiz de cartomante, Pianca, que lhe aconselhara a aceitar e missão por meio das cartas...

De qualquer forma, estava perdida. O primeiro pergaminho que levara para Leyla-Tho, no inicio da semana, não lhe causou mais que humilhação - "só isso?", penguntou a...sei-lá-o-que do Ehrry-pê. A puxa saco dele, que toda vez que ia contar o que era para ser feito se desmanchava em elogios ao onipotente, onisciente, onipresente mago. Ohhh...nada disso impressionava Marin A., mas ela fingia que sim só pelo bem do mise-en-scène. E para receber o pagamento, claro.

Ainda tinha dois perguaminhos para achar...Alin Ved-Ana lhe dera algumas pistas de onde encontrá-los; aparentemente havia uma biblioteca nos arredores da cidade de Porthal chamada "Porthal de RPeus" que continha várias informações sobre...tudo. Sim, lá é que deveria iniciar sua busca. Mas...francamente, já visitara Porthal antes, tanto a cidade quanto a biblioteca, e se aborrecera até a morte! Teria de ficar horas e horas procurando por alguma informação que prestasse...ah, que preguiça espiritual de fazer isso.

Por que aceitara o trabalho? Por quê? POR QUÊ? Nem um barril de cevus vale o sofrimento. "Eu fui forçada, forçada..." disse para si mesma, embora isso não trouxesse nenhum conforto.

Estava lamentando a desgraça que atingira sua vida ("...e ainda depois tenho que fazer o trabalho daquele sumo-sacerdote Miu-Mann...francamente, quem se presta a adorar o Deus Semiothys? Só aquele pirado mesmo...") quando um rosto familiar a encontrou na floresta. Era Renatus T. Xeira, o necromante!

"Marin A.! Quanto tempo...para onde vais?"

"Humph! Para Porthal." resmungou ela.

"Ora...também? É para lá que vou agora!"

"Sério? Pra quê?"

Renatus fez uma cara irritada. "Missão daquele verme, Ehrry-pê. Minha esposa, Lari-Sa disse que era bom eu aceitar...o pagamento é alto. Além disso, os necromantes estão em baixa...ninguém mais quer saber dos mortos. Malditos!".

Marin A. ficou chocada. Renatus também? Quantos mais haviam sido contratados?

"Parece que é uma missão importante", disse ela, olhando para estrada que ia à Porthal.

"Sim", disse Renatus. "Ninguém sabe qual a importância destes pergaminhos, mas Ehrry-pê os quer de qualquer maneira. Verme!"

Marin A. levantou-se. Ora, então a coisa era importante. Finalmente aquela missão ganhara um aspecto mais aventureiro, e quem sabe podia ser até divertida. Reiniciou sua jornada, com a companhia de Renatus, rumo a Porthal.

Continua...será?

Tuesday, June 06, 2006

ahoy!

ye best be preparrrred...'tis is the blog of an evil lass, me hearties...arrr!